Quase por acaso
Ele atrai papéis de prata...O acaso faz da vida poesia, ou somos nós, embriagados pela noite, que vemos poesia no acaso? Ele atrai papéis de prata, e aos jogá-los novamente ao acaso eles dançam no vento...Brincando de cintilar como estrelas na imensidão da noite. Já é dia, a luz do salão está acesa, revelado os restos de suor e álcool, resquícios da multidão que dança em busca de cintilâncias do acaso. Tudo fica bonito quando se dança. E foi assim, em um mimetismo do acaso que dançamos um no outro. Tudo fica bonito quando se dança. Se o acaso realmente existe eu não sei, mas a poesia existe, e cintilou em nós...Quase por acaso.
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